•  19 out 2016  •

Ser mãe é maravilhoso

Provavelmente você mamãe, abriu este post para ler algo romântico sobre a maternidade, algo que vá encher seu coração de amor e seus olhos de lágrimas, sinto lhe dizer que você infelizmente errou! Hoje não estou inspirada para este tipo de post, eu tenho vários aqui no blog  (só para vocês não dizerem que sou uma pessoa sem sentimentos rs) mas a inspiração de hoje veio de “algum tempo atrás” onde quando eu pensei em fazer um post sobre a outra “face” da maternidade, me deparei com algumas “mães perfeitas” e fiquei sim, com vergonha de desabafar!

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Saúde e Bem Estar
•  08 out 2015  •

O que eu mudaria ao ser mãe novamente…

Oi mamães! Vocês já se perguntaram o que fariam de diferente depois de ter tido filho? Algumas leitoras sempre me perguntam se eu mudaria algo. A verdade é que nós mães sempre achamos que poderíamos ter feito mais e melhor, vivemos nos culpando. Esses dias eu estava muito cansada, tinha dormido super mal, e passei o dia com dor de cabeça. Ah, lembrei porque! rs Eu tinha ficado a noite anterior até as 2:30hs da manhã assistindo a Katy Perry no Rock in Rio e no dia seguinte (Lei de Murphy) o Lorenzo não quis dormir à tarde! Pronto, fiquei caída de sono e com dor de cabeça. Depois que dei a janta dele eu coloquei um desenho pra ele assistir e dei uma cochilada, no tapete mesmo. Na hora do jantar, meu marido perguntou como foi nosso dia e eu caí no choro rs. Disse que tinha deixado ele brincando sozinho por alguns minutos (e foram minutos mesmo) e que estava me sentindo culpada.

 

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Às vezes eu procuro não ficar pensando no que eu poderia ter feito diferente, porque a culpa dói. Não que eu tenha sido negligente em algum cuidado com ele, muito pelo contrário, dedico meu dia à ele, mas vocês me entendem né?

Bom, parando para pensar no que eu mudaria se o Lorenzo tivesse nascido hoje, ou o que eu gostaria (e vou) fazer diferente com o próximo filho seria:

  • Primeiro de tudo: Não ficaria mais nervosa achando que o Lorenzo nunca iria dormir uma noite inteira. Gente, eu sentava na mesa para jantar com a babá eletrônica do lado e ele demorava tanto pra dormir que até me dava uma coisa rs. Eu ficava desesperada!

 

  • Segunda:  Teria mais paciência e cautela ao entrar no quarto dele após uma simples resmungada. Eu não sabia que os bebês passavam por ciclos de sono e quando isso acontecia, eu entrava no quarto e atrapalhava o sono dele. Pronto, ele acordava e demorava para dormir outra vez!

 

  • Terceira: Ensaio New Born – Gente, se arrependimento matasse, estaria eu, lá longe! Eu não fiz ensaio new born com ele porque achava que poderia “judiar” dele tão pequenininho. Fiquei um tempo sem sair de casa quando ele nasceu, e achei que ir para um estúdio era demais. Hoje, existem ensaios em nossa própria casa, então, não deixem de fazer! Agora fica uma coisa, será que faço com o segundo filho? Será que o Lorenzo não vai perguntar porque ele não teve? ai….

 

  • Quarta: Teria saído mais. Tá certo que o Lorenzo nasceu no final de março, e já fazia um friozinho. Mas eu só saí com ele para passear quando ele estava com 4 meses. Já tinha tomado as principais vacinas e só então tomei coragem para sair. Acho que isso se deve ao fato (também) de que eu tinha medo de dirigir estando sozinha com ele. Não sei se vocês tiveram essa mesma sensação que eu, mas eu achava que era muita responsabilidade, e tinha medo de não dar conta. Enfim, no dia em que saímos juntos pela primeira vez e sozinhos ele não chorou nada, foi quietinho no bebê conforto até o shopping e isso me deu mais coragem para sair mais vezes!

 

  • Quinta: Pediria mais ajuda. Assim que chegamos em casa eu concentrava todas as tarefas relacionadas ao Lorenzo somente em mim. Isso é normal porque você chega com aquele serzinho que depende de você e tudo é novidade. Meu marido era responsável pelo banho, e nem naquele momento eu me dava ao luxo de sentar e esperar ele vir trocadinho e cheirosinho para os meus braços. Não que meu marido não ficava com ele, mas eu ficava em cima, ensinando como tinha que ser, dando palpites ou até mesmo só olhando. Hoje, com certeza deixaria ele (meu marido) ou outras pessoas (mãe, irmã, sogra) me ajudarem mais.

 

  • Sexta: E por último… me culparia menos! Eu sei e tenho plena consciência de que eu sou a melhor mãe que eu posso ser. Mas quem disse que isso funciona 24 horas por dia? Quem disse que quando estou lá, me culpando por algo essa consciência aparece e me diz: Você se lembra que você é a melhor mãe do mundo para o Lorenzo? Mas tem uma coisa que me acalma. É ouvir meu marido dizer isso! Meu olho até se encheu de lágrimas agora rs. Mas quando ele diz que eu sou a melhor mãe do mundo, e que o Lorenzo não poderia ter mãe melhor, meu coração se acalma. E como eu sei que você que está lendo, algum dia já se sentiu assim, eu vou te dizer que você é a melhor mãe que o seu filho poderia ter! Você é carinhosa, faz as coisas para o seu filho com todo amor, educa, alimenta, coloca para dormir, dá beijinhos, fica em casa, trabalha fora, acorda à noite, corre para o hospital, chora nas vacinas.

Não importa o tempo que você passa com o seu filho, o que importa é a qualidade e o amor envolvido nele! Ser mãe é a “profissão” mais linda que existe!

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Saúde e Bem Estar
•  03 jun 2015  •

12 fatos sobre Mães que não amamentaram

Oi mamães! O post de hoje foi feito com muito carinho para as mães que tentaram de tudo para amamentar seus bebês e não conseguiram. Quero dizer que apesar de muitas mães (inclusive eu) obterem o sucesso nesta difícil tarefa, isso não te faz “diferente” ou “menos” mãe do que eu ou qualquer outra.

Quando estava grávida, nunca cheguei a pensar que não conseguiria amamentar o Lorenzo (sei que este é o pensamento de todas as mães). Li muito sobre o assunto, mas confesso que não me preparei para possíveis “imprevistos” como o de não conseguir amamentar. E graças a Deus correu tudo bem, meu leite desceu ainda na maternidade, o Lorenzo sabia sugar direitinho, só teve uma coisinha: eu não tinha bico, por isso tivemos que usar o bico de silicone (eu nem sabia que existia).

Ainda assim ouvi de algumas pessoas que não era para usar porque perderia o contato entre mãe e filho. Que??? Se eu, que tinha leite suficiente para amamentar o Lorenzo, já ouvi esse tipo de comentário inútil, imagina quem estava tentando de todas as formas amamentar e não estava conseguindo?

Ninguém está preparada para a real dificuldade da amamentação, temos acessos a informações, procuramos ajuda profissional, participamos de grupos fechados sobre amamentação, mas até aí tudo é teoria, difícil mesmo é a prática.

Sempre pensamos que, seja quais forem as dificuldades, iremos superá-las, mas não é bem assim.

Por isso, vamos às 12 verdades sobre mães que não amamentaram!

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1 – Existiram muitas tentativas sem sucesso

Sim, e ninguém estava lá para ver o sofrimento daquela mãe. Ela tentou de várias formas, diversas vezes, porém sem sucesso. Às vezes fazer o máximo não é suficiente.

2 – Todas carregam culpa

Uma mãe que tentou de tudo para amamentar seu filho sempre carrega a culpa de que poderia ter feito mais e tentado mais. Mas a dor que ela sente, vai além da dor física de quando o bebê pega o peito para mamar.

3 – Amamentar é difícil

É difícil sim, dói, machuca, sangra. A gente se prepara, lê vários artigos sobre o assunto, mas ninguém está preparada para “não” amamentar. Uma mãe sabe que enfrentará todas as dificuldades que vierem, mas infelizmente algumas são mais difíceis que outras. E a falta de preparo (obvio, não imaginamos passar por isso) faz com que lidar com a situação se torne cada vez mais difícil.

4 – Toda mãe procura ajuda

Seja de um profissional, da mãe, de uma amiga, toda mãe ao passar por isso procuram ajuda para obter o sucesso na amamentação. São tentativas intermináveis seguidas de frustações, dores, choros, depressão e impotência.

5 – Mostra-se forte

Disfarçar os sentimentos, não admitir que existe um problema e que talvez não tenha solução na esperança de vencer.

6 – Todas tentam até o fim

Por mais angustiante que seja, você está vendo seu bebê perder peso, as coisas saindo do seu controle, visitas a especialistas acompanhadas de um “vamos tentar de tudo”, seu marido, sua mãe, sua família, torcendo para que tudo dê certo, e você ali, firme e forte (ou nem tanto) abraçando a ideia de não desistir e continuar nesta luta. Você é guerreira!

7 – Elas pensam em desistir…

Pensar em desistir nos enche de culpa, vergonha, frustração, sensação de fracasso. Mas se houver algo que ainda poderá ser feito, lá estamos nós, tentando.

8 – Elas choram

Talvez, seja mais fácil dizer sobre os momentos em que não se chorou. Chorar por cansaço, por medo, por frustação, pelo sonho de amamentar, pelo contato mãe e filho que não aconteceu.

9 – Elas não estão sozinhas

Dividir o problema com outras pessoas que passaram pela mesma situação de certa forma nos traz alivio. Saber que não estamos sozinhas, que isso acontece com outras pessoas, alivia a culpa de que somos responsáveis por esse problema. Você não é um caso à parte, e sua situação é normal, e mais aceitável do que parece.

10 – Existe outro tipo de relação mãe e filho

Pode ser que com tantas dificuldades e sofrimentos acabamos esquecendo de outras coisas tão importantes quanto amamentar. Seja no peito ou na mamadeira, a maneira como este ato é feito é o que vale. Olhar nos olhinhos, cantar, contar uma história. Além do leite, a sua presença e o calor do seu corpo é o que fará seu filho crescer e se desenvolver. Uma mamadeira, num aconchego de mãe, um colo quentinho e amoroso, vale muito mais que um peito frio de uma mãe impaciente.

11- Tenha em mente que você está fazendo tudo o que pode

Não se culpe, não viva sob pressão. Você sempre fará tudo o que pode e da melhor forma possível. Lembre-se que de que nenhuma mãe foi e nunca será perfeita, vivemos nos cobrando, fazemos o que achamos certo, e o certo para nós, pode não ser para outra pessoa.

12 – Vamos chamar de “desinformadas” as pessoas que criticam

Às vezes noto em alguns olhares de preconceito quando tiro a mamadeira da bolsa para oferecer para o Lorenzo. O Lorenzo parou de mamar no peito aos 8 meses e até os 6° mês o aleitamento materno foi exclusivo. Foi uma decisão minha, com apoio do meu marido. Agora imagina se eu também não tivesse conseguido amamentar e tivesse sofrido horrores? Como será que eu encararia um olhar deste tipo? As pessoas precisam tomar cuidado e medir as palavras ao fazer qualquer tipo de comentário ou lançar um olhar de reprovação. Se a mãe que não conseguiu amamentar estiver em depressão, uma atitude dessas pode acabar agravando a situação. Não se deixe ser julgada por pessoas que não conhecem sua história.

O amor de uma mãe, é muito maior do que alimentar, o amor, o afeto, o carinho, o companheirismo ultrapassa a nutrição!

Super beijo!

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Saúde e Bem Estar
•  27 maio 2015  •

Carta de 1 Ano para o Lorenzo

Dia 24 de Março o Lorenzo completou 1 ano de vida e todas nós mamães, aguardamos com muita ansiedade este momento. É um ano de muitos aprendizados, de mudanças e desafios. Essa carta escrevi para ele com muito amor, espero que um dia ele possa ler e vou adorar ver sua reação,  pois ele foi muito desejado é e sempre será muito amado!

Esse texto eu publiquei na minha página pessoal do Facebook, e muitas amigas deixaram comentários lindos, dizendo que haviam chorado ao ler, hoje resolvi compartilhar com vocês! Espero que gostem!

Filho, há exatamente 1 ano você chegou para mudar a minha vida! Para me mostrar que, tudo o que eu havia vivido até aquele dia, não tinha o menor valor até a sua chegada. Eu já te amava antes mesmo de te olhar, eu te amei desde o momento em que descobri a sua existência. A sua chegada me trouxe muitas mudanças, todas elas maravilhosas. Você me ensinou a ter mais paciência, a amar além da vida, a mudar minhas prioridades, a enxergar pequenas coisas, a valorizar momentos e me fez descobrir que sou mais forte do que imaginava.

Receber você nos meus braços, encostar sua pele na minha, sua primeira mamada, seu choro, seu primeiro banho, tantas novidades seguidas de um turbilhão de sentimentos, iam me transformando em uma outra mulher, eu estava me tornando MÃE! Ah, e como é bom, é maravilhoso, é fantástico ser mãe!
Confesso pra você que não foi tão fácil como eu imaginava. Você era tão pequenininho, tão frágil, que a mamãe sentia muito medo de fazer alguma coisa errada. Quando você chorava, eu te acalentava e por alguns minutos nada mais existia ao nosso redor, o mundo era só eu e você. Eu não tenho e acho que não existem palavras que possam traduzir o que eu sinto por você.
Ser mãe, é viver com o coração fora do peito, é sentir tudo em dobro, é cuidar, é amar, é achar que ninguém fará melhor que a gente (e é verdade), é passar madrugadas em claro quando você está doente, é pensar e se preocupar mais com o futuro, é se cuidar para viver mais, é deixar o salto pela sapatilha, a saia pelo short, a escova pelo cabelo amarrado, é usar apenas o corretivo para disfarçar as olheiras, o esmalte pela base, a novela pelo desenho, a decoração da sala pelos brinquedos espalhados, a balada por uma boa noite de sono (sim, sou privilegiada).
Hoje, você completa 1 ano de vida, um ano que minha vida mudou, um ano cheio de aprendizados, de mudanças, de amor, de muito amor. Quero que saiba, que eu sempre dou o meu melhor para cuidar de você, e te peço desculpas se alguma vez eu errei, mas se isso aconteceu, foi tentando acertar.
Obrigada meu filho, por ter me escolhido para ser a sua mãe.

Obrigada por me fazer feliz, completa, realizada. Por você eu respiro, por você eu vivo, eu acredito no futuro, eu sonho, eu dou a vida! Peço a Deus que me dê muitos anos de vida para acompanhar seu crescimento, sabedoria para te educar, para fazer de você um homem honesto, trabalhador.
Obrigada meu Deus, pela promessa cumprida em nossas vidas, pois o Senhor falou comigo e disse que o meu sonho iria se realizar e que meu presente já estava no reino dos céus. Obrigada por me conceder o milagre de gerar um filho no meu ventre.
Lorenzo, te amo além da vida, te amo eternamente!

Super Beijo!

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Gravidez
•  30 abr 2015  •

O que eu aprendi ao me tornar Mãe

Oi mamães! O post de hoje é um desabafo sobre minha vida de mãe! Ser mãe é maravilhoso né? Mas sabemos que nem tudo são flores!

Às vezes as coisas não são tão fáceis como imaginamos… Por que eu, como mãe, vivo me culpando e achando que sempre poderia ter feito melhor? No final do dia, já na hora do meu filho dormir, estou exausta, cheia de coisas para fazer, não vendo a hora dele ir dormir, porque só assim eu consigo sentar, descansar e fazer minhas coisas.

Ao deixá-lo no quarto, assim que fecho a porta e saio, uma sensação de missão cumprida e angústia me invadem. Já sinto saudades dele. Ao mesmo tempo me sinto culpada, pois sempre acho que poderia ter feito mais e melhor. O meu dia é dedicado somente à ele, não existem prioridades a não ser as dele. Então porque me sinto assim?

Será que não deveria me sentir cansada? É pecado reclamar querendo 1 dia de folga? Algumas horas a mais de sono? Por que me culpo em deixá-lo brincando sozinho por alguns minutos para sentar e descansar, mesmo estando ali ao lado dele? Ser mãe é nunca estar satisfeita com o que oferecemos, pois sempre queremos fazer mais e melhor. Já não vivemos mais para nós, porque tudo gira em função dos nossos filhos.

Programar uma viagem, um passeio, comprar algo, ir a um restaurante, nada mais é tão simples como era antes. As roupas já não ficam tão boas, o corpo muda, as atitudes mudam, a responsabilidade aumenta. Mas quem é que se lembra da vida antiga? Ser mãe nos muda de uma tal forma que, tudo o que havíamos vivido passa a não ter mais valor até a chegada deles.

Um filho nos torna mais fortes, alegra a casa, tem o poder de transformar nossas vidas. Une a família, nos ensina coisas que jamais imaginávamos aprender. Você já amou alguém tão intensamente, verdadeiramente como você ama seu filho? Quem é mãe tira da própria boca para dar aos filhos, se for preciso dá a vida também. Certa vez, conversando com meu marido eu disse a ele que se eu fosse parar e pensar friamente, eu não teria tido um filho. Veja bem, a partir do momento que engravidamos, tudo é motivo de preocupação. Você quer que esteja tudo bem com seu bebê e cada ultrassom te deixa nervosa enquanto o médico não diz que está tudo bem, que seu filho é perfeito. Quando eles nascem, ficamos em cima para sentir a respiração, se eles choram e não sabemos o que é, choramos junto com o coração apertado de dor (vivemos com o coração fora do peito, só de pensar que pode acontecer algo de ruim com eles). E quando crescerem? O mundo de hoje em dia não colabora né? Não estou nesta fase, mas sei muito bem o que irei passar. Sabe aquela frase que nossas mães diziam: “Quando você tiver um filho saberá o que estou dizendo!” Dá até um frio na barriga só de pensar em passar madrugadas acordada, preocupada porque eles estarão na balada, bebendo, dirigindo…

Não consigo imaginar minha vida sem ele, minhas manhãs sem aquele sorriso de Bom Dia! Os abraços carinhosos com um olhar inocente, o cheirinho que só ele tem, as gargalhadas quando brincamos juntos, as manhas pedindo carinho e colo de mãe, os olhos azuis que me fascinam e me encantam.

São tantos os sentimentos que um filho nos desperta, mas o melhor de todos é a transformação. Quando um filho nasce, nasce uma mãe, nos tornamos melhores como pessoas, passamos a dar valor aquilo que antes nem sabíamos que existia, passamos a ter mais compaixão pelas pessoas, nos colocamos sempre no lugar de outras mães, nosso coração cresce, há tanto amor dentro que transborda. O mundo fica mais colorido!

Ser mãe realmente é padecer no paraíso! Um paraíso cheio de altos e baixos, dificuldades e vitórias. Mas que adoramos não é mesmo?

Super Beijo!

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Gravidez