•  07 dez 2015  •

Crescimento do bebê – as crises

Oi mamães! Hoje vou falar sobre as Crises do crescimento do bebê! Eu já fiz um post falando sobre todas as crises – Saltos de Desenvolvimentos e Picos de Crescimento do Bebê, clique aqui se você ainda não viu, mas neste post quero me aprofundar um pouco mais no assunto, já que nós como mamães de primeira viagem estamos aprendendo a cada dia e todas as informações sobre comportamentos é sempre bem vinda!

Período Simbiótico – 3 meses

Para o bebê existe uma única palavra neste período “mamãefilho” é assim que eles entendem, como se fossem uma única pessoa. A partir dos 3 meses, o bebê passa a olhar no olho da mãe, começa a sorrir mais e imita alguns gestos. Especialistas dizem que é a partir deste momento que os bebês entendem que não está grudado na mãe, mas que está ao lado dela. Já entende que para ter o que necessita, é preciso chama-la para ter leite, colo ou fraldas limpas. Neste momento, bate a ansiedade. É como se o bebê pensasse que ninguém irá escutá-lo.

Se o seu bebê estava super bem mas de repente parou de mamar, passou a acordar durante a noite chorando ou até mesmo têm ficado agitado durante o dia, converse com o pediatra. Outro sintoma desta crise é que parece que o bebê nunca está satisfeito com nada, se você dá a chupeta chora, não quer colo, berço, chão… Essa crise costuma durar 15 dias .

Sempre digo aqui que durante essas crises é preciso ter muita paciência e dar muito amor para os pequenos. Tudo isso passa, o primeiro ano do bebê é cheio de mudanças e descobertas, quando a gente acha que tudo vai bem, pluft.. algo acontece! E como se não bastasse todas essas crises, ainda tem o nascimento dos dentinhos. É muito importante que os pais estejam tranquilos durante esses períodos, pois precisam ajudar os bebês a passarem por essa fase sem que seja transmitida ansiedade dos pais, e um ambiente angustiante só trará mais complicações. Todas as crises são importantes para o crescimento do bebê!

crescimento do bebe

Triângulo familiar entre 5 e 6 meses

Entre os 5 e 6 meses começa a formação do triângulo familiar. Os primeiros 3 meses do bebê é um período em que nós mamães nos dedicamos inteiramente a eles. Estamos aprendendo muito, nos conhecendo e conhecendo nosso bebê. Por mais que queremos que os pais estejam envolvidos nos cuidados do bebê, eles ainda não tiveram uma relação simbiótica com o filho. Então, por volta do sexto mês de vida, o bebê, que já conhece a mãe, começa a reconhecer a figura do pai, dando início à formação do triângulo e da crise. Assim como nos primeiros meses, o bebê pode diminuir um pouco o apetite e ter transtorno de sono. É durante essa crise que nós devemos deixar que os laços entre pais e filhos se estreitem para que nossos filhos tenha uma relação de triangulo familiar, é importante “cortar o cordão umbilical” durante este período.

Essa crise poderá ser confundida com o nascimento dos dentes, por isso temos que prestar atenção porque a dentição dói e deixa o bebê irritado.

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Crise dos 8 meses – Fase da angústia da separação

Para ver um post completo sobre essa fase clique aqui

1 ano: ambivalência dependência/independência

Já nessa fase a criança está quase andando e quer ser independente, mas ainda precisa de colo. Ela quer explorar o ambiente, abre gavetas, tira tudo de dentro, mas ainda não vai muito longe da mãe. A crise se dá por essa vontade de ser independente e a necessidade de ser, ainda, dependente.

Certa vez li em algum lugar que durante o sono a criança pode mexer as perninhas como se estivessem andando, ficam mais agitadas ao dormir e demorar para pegar no sono. São muitas descobertas e elas querem mais e mais.

Como todas as outras fases, o sono da criança pode ser alterado, o apetite aumentar ou diminuir e a criança poderá ficar mais agitada. É importante não forçar a criança a fazer algo, mas sim estimular. O cérebro e as pernas ainda não estão combinados, a criança quer, mas não consegue e isso lhe traz angústia.

 

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E você? Enfrentou mais alguma crise de crescimento do seu bebe?

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Saúde e Bem Estar
•  26 abr 2015  •

Crise da Separação ou Crise dos 8 meses

Oi Mamães! Hoje vou compartilhar com vocês como passei pela crise da separação ou crise dos 8 meses com o Lorenzo.

crise da separação

Quando o Lorenzo completou 8 meses, comecei a notar algumas mudanças no comportamento dele, uma delas foi o fato dele começar a estranhar as pessoas. Quando ele via alguém diferente que não fazia parte do nosso convívio, ele fazia cara de choro, e outras vezes chorava tão sentido que mais parecia alguma dor física. O tempo foi passando e ele, além de estranhar as pessoas (não são todas, apenas algumas) simplesmente não queria mais desgrudar de mim! E vem sendo assim até hoje. Se eu estou por perto, ele não quer saber de ninguém, só quer o meu colo, se coloco ele no tapetinho de atividades e saio, ele me chama (do jeito dele) fica me procurando e estende os bracinhos para pegar ele no colo, parece um chicletinho! (e eu adoro, me sinto tão amada!).

Durante algumas noites, o sono dele também ficou um pouco alterado, e ele passou a resmungar mais, às vezes chorava, mas como eu já havia começado a pesquisar sobre o assunto, sabia que isso poderia acontecer.

A crise dos 8 meses, que também pode começar um pouco antes, acontece porque o bebê começa a perceber que ele e a mãe não são as mesmas pessoas, e isso lhe traz ansiedade e angústia.

Em muitas pesquisas sobre o tema, li que à noite quando o bebê chorar, de preferência a mãe que deve ir até o quarto e não o pai, pois isso lhe traz mais segurança.  É importante que o bebê veja a mãe ali, porque ao apagar as luzes e sair do quarto ele pensa que ela foi embora e nunca mais voltará e isso o deixa desolado. Com o tempo, eles irão perceber que as pessoas e os objetos continuarão existindo, mesmo estando fora do campo de visão deles, e a angústia da crise da separação vai diminuindo. Já tentei colocar algum objeto de transição, como uma naninha, por exemplo, mas ele não pega de jeito nenhum! Durante a soneca da tarde, ele dorme com o meu travesseiro, pois tem o meu cheiro.

É muito importante que os pais ao perceberem esses sintomas no bebê, procurem se informar mais sobre o assunto, pois essa fase não deve ser ignorada. Com o Lorenzo, a angústia da crise da separação se iniciou aos 8 meses, mas ela pode também começar a partir dos 6 meses de vida! Então mamães, fiquem atentas a qualquer mudança no comportamento de seus bebês, e pesquisem muito sobre o assunto, pois o que estou escrevendo aqui foi o que li em vários sites, e o que vivenciei.

Para tentar ajudar o Lorenzo a passar por essa fase sem traumas, procuro fazer algumas brincadeiras com ele, como por exemplo, de se esconder e aparecer dizendo: – Achou a mamãe! Nunca saio de perto dele sem dizer onde estou indo. É importante também deixa-lo mais tempo com o pai, isso ajuda a formar o triangulo familiar e os laços entre os dois se estreitarem ainda mais! Dê ao seu bebê colo e a segurança que ele precisa, pois logo essa fase passará e tudo voltará ao normal!

E com vocês? Como foi na crise dos 8 meses? Seus bebês tiveram algum destes sintomas?

Super Beijo!

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Saúde e Bem Estar