•  08 maio 2015  •

10 coisas que aprendi quando me tornei Mãe

Oi Mamães! Um filho muda tantas coisas em nossas vidas não é mesmo? Hoje, listei para vocês 10 coisas que aprendi quando me tornei mãe.

1- Que meu sono passaria de leve para super hiper mega leve.

Gente, é certo que quando eles ainda estão em nossa barriga a gente levanta de hora em hora para fazer xixi, acho que isso já é um treinamento para a chegada deles. Eu nunca tive o sono pesado, mas também não acordava com tanta facilidade. Se ele respira um pouco mais forte, pronto, lá estou eu com a cara enfiada na babá eletrônica.

2 – Que eu deixaria de comprar coisas para mim para comprar pra ele.

Nossa, essa é fantástica. Quem é mãe sabe que a cada ida ao shopping é uma tentativa frustrada de comprar alguma coisa para nós. Seja por falta de paciência (principalmente quando estamos com eles), seja por prioridade, mas sempre que vejo alguma coisa legal, um brinquedo ou uma roupa, acabo comprando para ele e saio sem nada para mim.

3- Que meus programas favoritos são aqueles onde posso levá-lo.

Depois que nos tornamos mães, sair sozinha com o marido vira quase missão impossível. Eu ainda tenho sorte de ter minha mãe morando perto, sempre que preciso ela fica com o Lorenzo para mim, mas sei que muitas não tem alguém que possa ficar com o filho para ir nem que seja ao cinema, jantar fora, uma saidinha rapidinha. Então, temos que nos adaptar a lugares que possam receber nossos filhos. Se meu filho não pode ir, eu também não vou!

4- Aprendi o que é amor e amar de verdade.

Mamães, falando sério, o que é esse amor hein? Um amor que transborda, e ao mesmo tempo dói. Que transformação é essa quando temos um filho? É divino, inexplicável. A gente sempre acha que amamos com toda força do mundo alguém, mas experimenta ter um filho para você ver o que é amar de verdade.

5 – Aprendi a mudar minhas prioridades.

É claro que não devemos deixar de nos cuidar quando temos um filho, até porque antes de nos tornarmos mães, somos mulheres, esposas, profissionais. Mas um filho muda nossas vidas, e acabamos ficando em segundo plano sempre.

6- Aprendi a acordar cedo.

Nada de noites inteiras ininterruptas com aquele sono gostoso. Dormir assim é luxo para poucos. E acordar tarde então? Nem pensar. Eu nunca gostei de acordar cedo, nunca me acostumei com isso. A minha sorte é que o Lorenzo sempre foi muito bonzinho para dormir. Mas não adianta, mesmo com ele dormindo 12 horas direto eu não consigo dormir sem acordar e olhar pela babá eletrônica se ele está respirando.

7- Paguei minha língua.

É incrível como o ser humano gosta de criticar os outros. Eu sempre gostei de crianças, mas se tinha uma coisa que me fazia parar para pensar e “julgar” os pais era quando eu via no shopping ou supermercado uma criança se jogando no chão chorando e gritando querendo alguma coisa. Era muito fácil dizer que a culpa era dos pais, depois que tive o Lorenzo, mesmo ele sendo pequenininho nunca mais julguei ninguém, até porque existe aquele negócio de cuspir para cima e cair na testa né?

8- Aprendi que mãe é mãe e ponto!

Jamais quero desmerecer pai algum, muito menos meu marido, mas cá entre nós, mãe é mãe não é mesmo? A figura de um pai é essencial na vida de uma criança, e quando eles são recém-nascidos precisamos muito de apoio e ajuda. Mas TUDO gira em torno de nós. Se estão doentes é a mamãe que chamam, se querem ir ao banheiro é a mamãe que vai junto, para dormir é a mamãe que conta história e faz um cafuné, se caem é a mamãe quem dá colo e beijinho para sarar.

9- Aprendi a valorizar ainda mais a minha mãe.

É bem verdade aquilo que nossas mães falavam quando éramos adolescentes e dávamos trabalho porque queríamos ir a baladas e voltar somente no outro dia. “ Você só vai dar valor ao que eu falo um dia quando você for mãe”. Preciso falar algo mais ?

10- Aprendi a ter paciência.

Está aí uma coisa que pensei que não tinha, mas para minha surpresa tenho de sobra. Mas não foi de uma hora para outra que a conquistei, é um exercício diário, mas que faz bem a todos. Quem é mãe sabe do que estou falando, e não é preguiça de cuidar do nosso filho, pelo contrário, fazemos com muito amor, mas somos humanas e ficamos estressadas quando alguma coisa sai do nosso controle. Outra coisa que precisei aprender foi a “ignorar” os comentários e palpites de pessoas intrometidas.

Alguma mamãe se identificou?

Super beijo

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Gravidez
•  30 abr 2015  •

O que eu aprendi ao me tornar Mãe

Oi mamães! O post de hoje é um desabafo sobre minha vida de mãe! Ser mãe é maravilhoso né? Mas sabemos que nem tudo são flores!

Às vezes as coisas não são tão fáceis como imaginamos… Por que eu, como mãe, vivo me culpando e achando que sempre poderia ter feito melhor? No final do dia, já na hora do meu filho dormir, estou exausta, cheia de coisas para fazer, não vendo a hora dele ir dormir, porque só assim eu consigo sentar, descansar e fazer minhas coisas.

Ao deixá-lo no quarto, assim que fecho a porta e saio, uma sensação de missão cumprida e angústia me invadem. Já sinto saudades dele. Ao mesmo tempo me sinto culpada, pois sempre acho que poderia ter feito mais e melhor. O meu dia é dedicado somente à ele, não existem prioridades a não ser as dele. Então porque me sinto assim?

Será que não deveria me sentir cansada? É pecado reclamar querendo 1 dia de folga? Algumas horas a mais de sono? Por que me culpo em deixá-lo brincando sozinho por alguns minutos para sentar e descansar, mesmo estando ali ao lado dele? Ser mãe é nunca estar satisfeita com o que oferecemos, pois sempre queremos fazer mais e melhor. Já não vivemos mais para nós, porque tudo gira em função dos nossos filhos.

Programar uma viagem, um passeio, comprar algo, ir a um restaurante, nada mais é tão simples como era antes. As roupas já não ficam tão boas, o corpo muda, as atitudes mudam, a responsabilidade aumenta. Mas quem é que se lembra da vida antiga? Ser mãe nos muda de uma tal forma que, tudo o que havíamos vivido passa a não ter mais valor até a chegada deles.

Um filho nos torna mais fortes, alegra a casa, tem o poder de transformar nossas vidas. Une a família, nos ensina coisas que jamais imaginávamos aprender. Você já amou alguém tão intensamente, verdadeiramente como você ama seu filho? Quem é mãe tira da própria boca para dar aos filhos, se for preciso dá a vida também. Certa vez, conversando com meu marido eu disse a ele que se eu fosse parar e pensar friamente, eu não teria tido um filho. Veja bem, a partir do momento que engravidamos, tudo é motivo de preocupação. Você quer que esteja tudo bem com seu bebê e cada ultrassom te deixa nervosa enquanto o médico não diz que está tudo bem, que seu filho é perfeito. Quando eles nascem, ficamos em cima para sentir a respiração, se eles choram e não sabemos o que é, choramos junto com o coração apertado de dor (vivemos com o coração fora do peito, só de pensar que pode acontecer algo de ruim com eles). E quando crescerem? O mundo de hoje em dia não colabora né? Não estou nesta fase, mas sei muito bem o que irei passar. Sabe aquela frase que nossas mães diziam: “Quando você tiver um filho saberá o que estou dizendo!” Dá até um frio na barriga só de pensar em passar madrugadas acordada, preocupada porque eles estarão na balada, bebendo, dirigindo…

Não consigo imaginar minha vida sem ele, minhas manhãs sem aquele sorriso de Bom Dia! Os abraços carinhosos com um olhar inocente, o cheirinho que só ele tem, as gargalhadas quando brincamos juntos, as manhas pedindo carinho e colo de mãe, os olhos azuis que me fascinam e me encantam.

São tantos os sentimentos que um filho nos desperta, mas o melhor de todos é a transformação. Quando um filho nasce, nasce uma mãe, nos tornamos melhores como pessoas, passamos a dar valor aquilo que antes nem sabíamos que existia, passamos a ter mais compaixão pelas pessoas, nos colocamos sempre no lugar de outras mães, nosso coração cresce, há tanto amor dentro que transborda. O mundo fica mais colorido!

Ser mãe realmente é padecer no paraíso! Um paraíso cheio de altos e baixos, dificuldades e vitórias. Mas que adoramos não é mesmo?

Super Beijo!

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Gravidez
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