•  20 mar 2016  •

Grávida não sente movimento do bebê e evita tragédia

Uma das possibilidades mais emocionantes da gravidez é a de sentir o movimento do bebê  dentro de você. Mas o que acontece quando na reta final, com 41 semanas de gestação, o bebê simplesmente para de se movimentar?

Foi o que aconteceu com Emma Crosby, 38 anos, apresentadora de um telejornal britânico. Além do instinto materno, o que salvou a vida da filha dela foi a orientação que obteve em uma instituição chamada Kicks Count (“contagem de chutes”, em uma tradução livre).

Apesar de ter vivido uma gestação sem complicações, com tudo dentro do esperado, quando Emma estava perto de completar 41 semanas, ela notou algo estranho. “Resolvi tomar um banho para relaxar e senti o bebê mexer enquanto eu estava embaixo d’água, mas, por volta de 1 hora da manhã, eu ainda estava acordada. Reparei que fazia um tempo que ela não se mexia e comecei a me preocupar. Eu não conseguia afastar a sensação de que nem tudo estava bem”, contou, em entrevista ao tablóide britâncoDailyMail.

A Kicks Count tem como objetivo ensinar mulheres sobre as alterações nos movimentos dos bebês, que podem até indicar algum sofrimento. Lá, as gestantes são instruídas a ligar imediatamente para a maternidade se acharem que os movimentos do bebê diminuíram ou pararam completamente. “Apesar de ser no meio da noite, com esse conselho na minha cabeça, peguei o telefone e liguei para o hospital”, relembrou. A equipe médica orientou Emma a se deitar de lado, virada para a esquerda, já que nesta posição os movimentos do bebê são mais fáceis de serem identificados. Depois de duas horas, ela ainda não tinha sentido nada. A instrução, então, foi correr para o hospital.

“Fui levada à uma sala de avaliação e, quando encontraram os batimentos cardíacos do bebê, toda a sala deu um suspiro de alívio”, contou. Logo depois, o alívio foi transformado em pânico, quando os sinais caíram do nada. A bolsa de Emmy estourou e a água estava muito escura. Ela, então, foi transferida para uma sala de parto e uma cesariana foi necessária. “Meu plano era ter um parto normal, mas, na hora, nem me preocupei. Eu só queria meu bebê bem”, ela contou.

Logo que a bebê nasceu, ela chorou. Mas Emma disse: “O choro de Mary estava estranho, eu sabia que tinha alguma coisa errada”. A pequena Mary tinha inalado mecônio – as primeiras fezes do bebê, produzidas ainda no útero. A substância viscosa e escura pode passar para o líquido amniótico e bloquear as vias aéreas respiratórias. A criança precisava de oxigênio para respirar melhor e de antibióticos para prevenir infecções. Enquanto Emma se recuperava da cirurgia, a pequena foi levada para UTI.

movimento do bebê

 

No mesmo dia, a recém-nascida recebeu alta da UTI. Mãe e filha ficaram no hospital por mais alguns dias e logo foram para casa. “Tremo só de pensar no que poderia ter acontecido naquela noite se eu tivesse ignorado meus instintos e voltado a dormir”, Emma confessou. Mary agora é um bebê saudável de três meses.

Por ano, no Reino Unido, cerca de 6.500 bebês morrem depois do parto ou são natimortos – quando morrem ainda no útero ou durante o trabalho de parto.

Fonte: Revista Crescer

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Gravidez, Saúde e Bem Estar
•  15 mar 2016  •

Mala da maternidade – Mamãe e bebê

Oi mamães! Já fazia tempo que eu queria fazer um post sobre a mala da maternidade mas sempre esquecia. Hoje resolvi sentar e escrever porque esse é o tipo de post que não pode faltar num blog sobre maternidade não é mesmo? Já era tempo!

mala da maternidade

Até hoje tenho a lista que usei para montar a malinha do Lorenzo e é com base nela que escrevi este post. Vamos lá!

Eu montei as malas (minha e do Lorenzo) quando estava com 35 semanas de gravidez. Um pouco tarde? Talvez! Lorenzo nasceu com 38 semanas, deu tudo certo, mas quem quiser pode começar a fazer um pouco antes.

A bolsa que usei e uso até hoje é uma da Kipling que comprei quando fiz o enxoval em Miami. Não é daquelas bolsas de bebês, cheia de detalhes, de cores lindas e grandes. É uma bolsa simples, que por sinal eu adoro! Já vem com trocador, compartimentos térmicos para mamadeira e vários bolsos.

Comprei aqueles saquinhos de tule (não sei o nome exato) para colocar as roupinhas separadamente. E fiz etiquetas para os dias da semana.

Mala da Maternidade – Bebê

  • 6 Macacões RN – dos seis macacões levei 3 daqueles mais arrumadinhos, de linho incluindo a saída da maternidade. Os outros 3 foram macacões de algodão. Dê preferência aos macacões e casaquinhos com botões, para recém-nascidos são as melhores opções, assim você não precisa ter que ficar colocando as roupinhas pela cabecinha do bebê.
  • 6  Bodys de manga cumprida e 6 bodys de manga curta RN. Dependendo da temperatura e da roupinha a enfermeira usava ou o de manga curta ou de manga cumprida.
  • 6 Calças com pé (mijão).
  • 6 pares de meias
  • 2 Mantas de linho – As únicas que levei. 1 branca para usar no primeiro dia e 1 vermelha combinando com a saída da maternidade.
  • 2 Cueiros – comprei em cores neutras.
  • Arrume em cada envelope 1 troca por dia, composto por: 1 macacão, 1 body, 1 mijão, 1 par de meia e 1 par de luvas.
  • 6 paninhos de boca
  • 3 pares de luvas – Não levei luvinhas, pois os bodys da Carter´s para recém-nascidos já vem com luvinhas na manga. Mas se os seus não tiverem luvas, não se esqueça de levar
  • 2 fraldas de tecido (usa-se muito para colocar no ombro quando o bebê for arrotar ou quando alguma visita quiser pegar o bebê no colo.

As maternidades costumam dar os produtos de higiene do bebê. Não levei nada, shampoo, fralda,  pomada de assadura e toalha de banho o Lorenzo usou as de lá mesmo.

É bastante roupa, mas os hospitais pedem roupinhas reservas para garantir que não haja imprevisto.

Mala da Maternidade – Mamãe

  • 3 camisolas ou pijamas com abertura na frente para facilitar a amamentação
  • 6 calcinhas grandes e confortáveis. Dê preferência às que você já está usando na gravidez. Você vai ter que usá-las com absorventes, seja parto normal ou cesárea.
  • Penhoar para andar pelos corredores do hospital depois do parto e para receber visitas.
  • Chinelo ou sandália de dedo
  • Sutiã de amamentação
  • Conchas ou absorventes para os seios
  • Produtos de higiene pessoal como escova, xampu, condicionador, sabonete, escova de dente e pasta (a maternidade pode até oferecer, mas você vai preferir os produtos a que já está acostumada).
  • Maquiagens – Temos que dar uma disfarçada nas olheiras e cara de cansada para sair bonita nas fotos rs
  • Absorventes: lembre-se de que é normal ter sangramento depois do parto (tanto vaginal como cesárea). Os hospitais costumam fornecer absorventes, mas leve pelo menos uma embalagem do tipo noturno.
  • Roupas para a saída do hospital que sejam folgadas e confortáveis.

Outros Itens

  • Máquina fotográfica
  • Carregadores
  • Lembrancinhas para as visitas. Prefiro lembrancinhas comestíveis, no dia do nascimento do Lorenzo a lembrancinha foi bem-nascidos.
  • Enfeite da porta
  • Livro de lembranças de visita ao bebê
  • Lista com os telefones das pessoas a serem avisadas do nascimento
  • Documentos pessoais da mamãe a carteirinha do convênio e cartão do pré-natal.
  • Cinta. Eu levei a minha e usei no último dia. Pergunte ao seu médico caso queira usar também.

 

Super beijo!

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Gravidez
•  04 nov 2015  •

As emoções na gravidez

Oi mamães! O post de hoje, é especialmente para as recém gravidinhas! Vou contar para vocês sobre as alterações emocionais que acontecem durante a gestação.

Na semana em que descobri minha gravidez, eu estava numa alteração de humor que nem eu me aguentava! Eu estava tão ansiosa, que eu fiz um teste de gravidez uma semana antes de atrasar a minha menstruação, e claro deu negativo. Com isso fiquei tão nervosa, que nem meu marido estava aguentando.

É super normal ocorrerem mudanças de humor no primeiro trimestre da gestação. A gente passa do riso ao choro, da paz ao nervoso, e nem a gente se entende direito. O inicio de uma gestação nos traz medos, inseguranças. Sejam elas em relação ao bebê, à nova vida, aos gastos e até mesmo aos maridos. Com as alterações dos hormônios, vem os enjoos também! Eu sofri demais, até as 20 semanas. Outra coisa que me lembro muito é que fiquei um grude só com meu marido e muuuuito ciumenta. Mas isso pode acontecer ao contrário também, já ouvi casos de mulheres não suportarem os maridos, enjoarem do cheio etc. Tadinhos né? rs

gravida

O que acontece no primeiro trimestre

No começo, a mulher grávida oscila entre o medo e a alegria. Especialmente se você for uma mãe de primeira viagem, o medo costuma ser um sentimento recorrente, já que se trata do desconhecido. Pode surgir insegurança sobre o fato da sua vida não ser mais a mesma depois que o bebê nascer e de que as coisas não saiam como você espera.

A isso é possível adicionar o desconforto físico, náuseas, vômitos, insônia, cansaço, falta de apetite ou fome intensa. E, como se já não fosse o bastante, ainda existe o temor da perda da gravidez, que ocorre com mais frequência durante o primeiro trimestre (geralmente devido às más-formações genéticas).

As emoções no segundo trimestre

Algumas mulheres só conseguem acreditar de fato que serão mães quando sentem seu filho se mexer ou quando o veem no ultrassom. Aqui tudo começa a mudar, e a sensação de ter um bebê na barriga torna o fato mais concreto e visível para as outras pessoas.

Durante o segundo trimestre da gravidez e com os primeiros movimentos do bebê, surge um emocionante diálogo entre mãe e filho – que não acaba com o nascimento, mas se fortalece por toda a vida.

Os desconfortos físicos do primeiro trimestre desapareceram e, nesta fase, a mãe já se sente bem: dorme e come melhor e vive com prazer, tranquilidade e alegria. O segundo trimestre é o paraíso da gestação!

E no terceiro trimestre…

Chegando ao terceiro trimestre, perto do final da gravidez, as alterações de humor voltarão. Podem surgir dores nas costas, aumento do cansaço e, talvez, o seu bem-estar emocional seja afetado. A barriga começa a pesar nas últimas semanas e o parto é cada vez mais desejado por conta desse desconforto.

Neste período surgem novos temores, como: sobre a dor que você sentirá durante o trabalho de parto, se o bebê será saudável, se você vai ser uma boa mãe ou o seu parceiro um bom pai.

Os três trimestres têm seus momentos específicos e cada mulher grávida vai vivê-los de uma maneira distinta. São nove meses de espera, que terminam com seu bebê nos braços e o início de uma nova etapa.

O importante é não se esquecer que todo esse turbilhão emocional é normal. Saiba que você deve se cuidar e que aproveitar cada momento da gestação vai lhe fazer chegar ao parto com mais tranquilidade. Tenha um tempo para você e a gravidez se transformará em uma maravilhosa experiência de crescimento emocional, mental e espiritual.

 

Fonte: http://disneybabble.uol.com.br/

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Gravidez
•  17 set 2015  •

Exames Gestacionais

Oi mamães! Quando descobrimos que estamos grávidas, ficamos ansiosas com tudo o que precisamos fazer. Já começamos a planejar tudo, pensamos no nome do bebê, no sexo, nos ultrassons (coisa de mãe) rs, nas consultas. Hoje trago para vocês um guia de todos os exames obrigatórios, sugeridos e indicados para casos específicos durante os três trimestres da gravidez. Quando estava grávida do Lorenzo, eu sempre procurava saber quais os exames que eu precisava fazer. Ficava ansiosa por cada ultrassom, detestei o exame da Curva Glicêmica rs. Para as gestantes atendidas pelo Sistema Único de Saúde, o SUS, são estabelecidos os básicos e obrigatórios, enquanto no atendimento privado, além desses, outros podem ser solicitados, dependendo da avaliação médica. Confira abaixo a lista dos exames gestacionais.

exames gestacionais 2

Primeiro Trimestre

Exames Obrigatórios

Hemograma Completo
Para que serve: verifica sinais indiretos de infecção, de anemia ou alterações das plaquetas. É pedido logo na primeira consulta.

Tipagem Sanguínea
Para que serve: além de identificar o tipo sanguíneo (A, B, AB, ou O) mostra se a mulher é Rh positivo ou negativo. Se a mãe for Rh negativo e o pai Rh positivo, a gestante precisa tomar uma injeção de imunoglobulina na 28ª semana de gravidez e nas primeiras 72 horas após o parto caso o bebê seja Rh+. A “vacina” serve para o organismo da mãe não reconhecer, em uma próxima gravidez, o feto como “estranho”. Caso essa dessensibilização não aconteça e o sangue do feto entrar em contato com a corrente sanguínea da mãe, o organismo dela passa a produzir anticorpos que podem atacar o bebê, danificando os glóbulos vermelhos dele causando, por exemplo, anemia.

Sorologia para Sífilis (VDRL e FTA-ABS)
Para que serve: analisa a existência de micro-organismo Treponema pallidum, causador da doença, que é sexualmente transmissível. Se não for tratada, a sífilis passa para o feto pela placenta e pode causar desde malformações graves (algumas irreparáveis) até a morte do bebê. Há risco de aborto.

Sorologia para HIV
Para que serve: verifica a presença do vírus causador da AIDS. Quando a doença é tratada corretamente durante a gestação e os cuidados necessários são feitos na hora do parto, as chances de o bebê ser contaminado pelo vírus são menores.

Sorologia para Hepatite B
Para que serve: verifica a existência do vírus que causa a hepatite B. As pessoas que contraem a doença têm probabilidade de 40% para cirrose hepática e 40% de câncer de fígado. São doenças graves, pois a infecção leva à doença crônica do fígado. Se o bebê for atingido pelo vírus, poderá ter os mesmos problemas ao logo da vida.

Sorologia para Hepatite C
Para que serve: verifica a existência do vírus que causa a hepatite C. As pessoas que sofrem com a doença têm probabilidade de 40% para cirrose hepática e 40% de câncer de fígado. São doenças graves, pois a infecção leva à doença crônica do fígado. Se o bebê for atingido pelo vírus, poderá ter os mesmos problemas ao logo da vida.

Sorologia para Toxoplasmose
Para que serve: detecta se a gestante está infectada pelo protozoário Toxoplasma gondii, transmitido por fezes de animais, principalmente gatos, carnes cruas e malpassadas de mamíferos ou frutas, legumes e demais carnes contaminadas durante o manuseio. Pode passar pela placenta e ter ou não consequências sobre o bebê. Os problemas que podem surgir são: hidrocefalia, cegueira congênita e até a morte.

Sorologia para Rubéola
Para que serve: verifica se a gestante contraiu a doença. Embora seja, em geral, inofensiva para a mulher, a rubéola pode causar malformações cardíacas, oculares e cerebrais no feto, e aborto ou parto prematuro quando contraída durante a gravidez.

Sorologia para Citomegalovírus
Para que serve: verifica a existência do vírus. O risco é a mulher contrair durante a gravidez. Se passado para o feto pode causar problemas como baixo peso, microcefalia e icterícia, além de ser a principal causa de surdez congênita.

Urina 1 e Urocultura
Para que serve: verifica se a mulher tem alguma infecção urinária com ou sem sintomas aparentes. Quando não tratada, pode levar ao trabalho de parto prematuro. O exame pode ser feito uma vez a cada trimestre. Além disso, o exame pode também identificar a presença de proteínas na urina (o que pude sugerir a presença de doença hipertensiva da mãe), a presença de glicose (podendo sugerir diabetes) e a presença de cristais (o que pode sugerir o risco ou presença de cálculos renais).

Papanicolau
Para que serve: o exame preventivo para câncer do colo do útero é pedido especialmente às mulheres que não o fizeram nos últimos três anos. Identifica infecções vaginais que podem comprometer o bom desenvolvimento da gravidez.

Ultrassom Básico Obstétrico Endovaginal ou Transvaginal
Para que serve: confirma a presença do embrião, o tempo de gravidez, a frequência cardíaca do feto e se há um ou mais embriões sendo gerados.

Translucência Nucal e/ou Fluxo do Ducto Venoso
Para que serve: o objetivo é medir a prega da nuca do bebê para, junto com outros exames, avaliar o risco de o feto ter Síndrome de Down. Apesar de não ser um exame coberto pelo SUS, todo médico deve pedir. A medida do Fluxo do Ducto Venoso também é um exame aplicado em conjunto ou separadamente para a avaliação deste mesmo risco.

Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG)
Para que serve: diagnostica com maior segurança o diabetes, especialmente em pacientes com casos na família e obesidade. Recomenda-se manter a alimentação habitual nos dias anteriores ao exame.

Exames Recomendados

TRH, TSH T3, T4 e T4 Livre
Para que serve: verifica a função da tireoide. O hipotireoidismo, quando não tratado, pode levar ao aborto, e o hipertireoidismo piora os enjoos e crises de vômito, por exemplo. A Organização Mundial da Saúde não inclui como obrigatório, mas alguns médicos pedem.

Ecocardiografia Fetal
Para que serve: verifica a presença de problemas cardíacos no feto. Geralmente é pedido para gestante acima de 40 anos ou com histórico de doenças cárdicas tanto em gestações anteriores como na própria família.

Exames Específicos

Coombs Indireto
Para que serve: detecta o aparecimento de anticorpos em gestantes que tenham fator sanguíneo Rh negativo. Se o resultado der positivo, o feto vai desenvolver ou não algum grau de anemia.

Perfil Bioquímico Fetal
Para que serve: avalia o risco de o feto ter alguma anomalia cromossômica junto com a ultrassonografia morfológica de 1º trimestre (entre a 11ª e a 14ª semana de gestação). Indicado principalmente para pacientes com risco reconhecidamente maior de anomalias cromossômicas – o principal grupo são mulheres com idade avançada, em especial após os 40 anos.

PPF (Protoparasitológico de Fezes)
Para que serve: analisa a presença de verminoses ou protozoários, que podem colaborar para o aparecimento da anemia.

Cariótipo
Para que serve: é pedido quando o ultrassom que faz a mensuração de translucência nucal mostra alguma alteração. É um estudo cromossômico do feto, invasivo, que serve, por exemplo, para diagnosticar síndromes cromossômicas.

Biopsia de Vilo Corial
Para que serve: verifica a presença de alguns distúrbios fetais e anomalias. Também detecta distúrbios cromossômicos como a Síndrome de Down.

Dosagem de Ureia, Ácido Úrico e Creatinina
Para que serve: a análise determina a quantidade dessas substâncias para saber se estão dentro do parâmetro normal. Feito em pacientes com histórico de doenças renais.

Teste de Enzimas Hepáticas
Para que serve: avalia a quantidade de enzimas hepáticas. Solicitado quando a gestante tem alguma doença relacionada ao fígado ou com pré-eclâmpsia (para avaliar o grau da doença).

Ecocardiograma e Eletrocardiograma
Para que serve: o ecocardiograma verifica alterações cardíacas na mãe, sejam congênitas ou adquiridas.

Medida ou Mensuração
Laboratorial da Pressão Arterial
Para que serve: ligado com a pressão arterial. Solicitado para grávidas hipertensas.

Segundo Trimestre

Exames Obrigatórios

Ultrassom Morfológico
Para que serve: calcula a mensuração da translucência nucal, que ajuda a rastrear a presença de vários tipos de síndromes cromossômicas. A mais comum é a Síndrome de Down. É possível ainda verificar a qualidade do liquido amniótico, a formação feto (cavidade abdominal, bexiga, estômago e membros) e o sexo. No morfológico é preciso seguir um protocolo. Se antes algum detalhe sobre a formação do feto não pode ser analisado, devido à posição do bebê, por exemplo, o médico precisa relatar todas as informações exigidas pelo protocolo e isso faz com que o exame seja mais demorado.

Exames Específicos

Amniocentese
Para que serve: verifica a existência de doenças genéticas e infecções como toxoplasmose, rubéola, citomegalovirose, etc. É indicado também quando o feto apresentar alguma doença que necessite de um estudo mais especifico ou quando a mães tem mais chances de te rum bebê com Síndrome de Down, por exemplo como as mulheres com mais de 35 anos ou que tenham casos na família.

Ecocardiograma fetal
Para que serve: solicitado quando no ultrassom do 2º trimestre é diagnosticado qualquer problema cardíaco. Alguns médicos prescrevem a todas as pacientes com mais de 35 anos, mesmo que a translucência nucal não tenha apresentado nenhuma anormalidade – em 80% dos casos de síndromes, que são verificados no exame da translucência, existe cardiopatia associada. Deve ser realizado por um cardiologista especializado em fetos.

Cordocentese
Para que serve: verifica a presença de alterações cromossômicas. É pedido somente quando o resultado precisa sair rapidamente, como nos casos em que o feto esteja com anemia severa ou com alguma malformação. É mais utilizado para fazer transfusão de sangue intra útero.

Beta Gonadotrofina Coriônica Humana
Para que serve: ajuda a rastrear a possibilidade de o feto ter Síndrome de Down. Indicado quando o ultrassom indicar um resultado sugestivo para a síndrome. Deve ser realizado no inicio do 2º trimestre, por volta da 14ª semana. Integra o exame chamado de “teste tríplice”

Teste de Proteína Plasmática
Associada a Gravidez (PAPP-A)
Para que serve: verifica os níveis dessa proteína, que é produzida exclusivamente pela placenta. Indicado quando o ultrassom indicar um resultado sugestivo para a síndrome. Quando o feto é portador da Síndrome de Down , os níveis de PAPP-A no sangue materno são, em média, 50% mais baixos que o norma. Integra o exame chamado “teste tríplice”.

Dosagem de Ureia, Ácido Úrico e Creatinina
Para que serve: a análise determina a quantidade dessas substâncias para saber se estão dentro do parâmetro normal. Feito em pacientes com histórico de doenças renais.

Teste de Enzimas Hepáticas
Para que serve: avalia a quantidade de enzimas hepáticas. Solicitado quando a gestante tem alguma doença relacionada ao fígado ou com pré-eclâmpsia (para avaliar o grau da doença).

Ecocardiograma e Eletrocardiograma
Para que serve: o ecocardiograma verifica alterações cardíacas na mãe, sejam congênitas ou adquiridas.

Medida ou Mensuração Laboratorial
da Pressão Arterial
Para que serve: ligado com a pressão arterial. Solicitado para grávidas hipertensas.

Terceiro Trimestre

 Exames Obrigatórios

Ultrassom obstétrico
Para que serve: verifica a quantidade de liquido amniótico, o crescimento e o peso do feto, o batimento cardíaco do bebê e a maturação e a localização da placenta, além de mostrar detalhes dos órgãos internos e dos membros do bebê.

Cardiotocografia
Para que serve: é feito durante ou no inicio do trabalho de parto para avaliar o bem-estar do bebê. São registrados os batimentos cardíacos, a movimentação e a contração uterina. Mostra indiretamente se o feto está com sinais de oxigenação cerebral insuficiente ou compressão do cordão umbilical (como nos casos em que o cordão esteja enrolado no pescoço).

Ultrassom Obstétrico
com Dopplervelocimetria Colorida
Para que serve: avalia a vitalidade do bebê por meio do fluxo sanguíneo nos vasos, e também mede a resistência vascular, em especial das artérias uterina, umbilical e cerebral. Feito a partir da 28ª semana, pode ter indicação mais precoce em casos de suspeitas de doenças maternas associadas como a hipertensão e o diabetes. É indicado em alguns casos quando há suspeita de um risco de sofrimento fetal crônico, quando a grávida tem pressão alta ou para rastreamento de pré-eclâmpsia.

 Exames Recomendados

Pesquisa da Bactéria Entreptococo B na Cultura de Secreção Vaginal
Para que serve: detecta a presença dessa bactéria na entrada da vagina ou em volta do ânus. Se confirmado, os médicos podem fazer procedimentos específicos na hora do parto para proteger as crianças, como aplicar antibióticos. Se contaminado, o bebê pode desenvolver um quadro grave de infecção que pode levar até a morte.

Exames Específicos

Perfil Biofísico Fetal
Para que serve: recomendado para casos onde há suspeita ou risco de comprometimento da vida do bebê. Avalia a quantidade do liquido amniótico e também os movimentos físicos e respiratórios fetais, do tônus e da reatividade da frequência cardíaca (reflexo do bebê que, quando se movimenta, o coração acelera).

Ultrassom 3D ou 4D
Para que serve: apesar de você conseguir ver melhor o bebê, e até a fisionomia dele, tem pouca vantagem em diagnosticar problemas quando comparado ao ultrassom comum. É possível ver o rosto, as orelhas e diagnosticar fissuras labiais, por exemplo. Também solicitado quando se percebe uma cardiopatia no 2º trimestre, ou qualquer outra malformação fetal. Pode ser feito nos demais períodos da gravidez.

Dosagem de Ureia, Ácido Úrico e Creatinina
Para que serve: a análise determina a quantidade dessas substâncias para saber se estão dentro do parâmetro normal. Feito em pacientes com histórico de doenças renais.

Teste de Enzimas Hepáticas
Para que serve: avalia a quantidade de enzimas hepáticas. Solicitado quando a gestante tem alguma doença relacionada ao fígado ou com pré-eclâmpsia (para avaliar o grau da doença).

Ecocardiograma e Eletrocardiograma
Para que serve: o ecocardiograma verifica alterações cardíacas na mãe, sejam congênitas ou adquiridas.

Medida ou Mensuração
Laboratorial da Pressão Arterial
Para que serve: ligado com a pressão arterial. Solicitado para grávidas hipertensas.

Fonte:http://revistacrescer.globo.com

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Gravidez
•  29 jun 2015  •

17 coisas que toda Mãe de primeira viagem deve saber!

Oi mamães! O post de hoje é especialmente para você, mãe de primeira viagem!

Outro dia fiz um post sobre as 17 coisas que todo Pai de primeira viagem deve saber.

Hoje eu listei as 17 coisas que toda mãe de primeira viagem deve saber!

São tantas as mudanças que um bebê traz em nossas vidas, que por experiência própria, nada do que eu imaginava ser, era. Sabemos que a teoria é bem diferente da prática, e que sentimos sim, medos e ansiedades, afinal, aquela frase clichê “quando nasce um filho, nasce uma mãe” é bem verdadeira! Você não sabe o que te espera até viver aquilo, ouvir recém-mães falarem de suas rotinas depois do bebê parece fácil para quem ainda não está vivendo essas emoções. Nascemos junto com nossos filhos, nossas vidas agora giram em torno daquele serzinho indefeso, que só  precisa de muito amor e cuidados. Sua vida vai mudar, suas prioridades também! Mas posso dizer? Não há dadiva melhor na vida de uma mulher!

mae de primeira viagem

 

1 – Sua vida vai mudar

Essa aqui todo mundo sabe mais vale lembrar. Tomar aquele banho gostoso e demorado, lavar o cabelo com calma e deixar na hidratação? Não vai mais existir. Ler, assistir tv, dormir, usar o banheiro, vão virar itens de luxo. Não que será assim para sempre, na medida em que seu bebê for crescendo, as coisas vão ficando um pouco mais fáceis, mas ainda assim, fazer tudo com calma só em momentos raros (aproveite se isso acontecer!).

2 – Ninguém faz igual a nós

A gente sempre acha que ninguém fará como nós se tratando dos cuidados com nosso bebê, e você está certa! Por mais que tenhamos ajuda de nosso marido, nossas mães, sogras, amiga, tia, só confiamos em nós mesmas. Um erro? Talvez não, quem é que vai discutir com uma recém-mãe?

3 – A teoria é muito diferente da prática

Como já disse, na teoria é tudo lindo, mas na prática as coisas mudam. Não existe um manual de como ser mãe, só vivendo para saber.

4 – Recém-nascidos choram muito

Essa é a única forma que eles tem de se comunicar. Choram por frio, calor, fome, fralda suja, muito estimulo, pouco estimulo, sono… fique calma, a medida em que os dias vão passando, as coisas melhoram e você aprenderá a identificar o choro do seu (a) bebê.

5 – O sono dele é o seu também

Me lembro muito bem de como eu dormia junto com o Lorenzo. Ele dormia e eu dormia também. As vezes ficavam muitas coisas para fazer, mas eu não estava nem ai, queria descansar. Aproveite este momento para dormir também, cuidar de um recém-nascido não é fácil, amamentar na madrugada deixa a gente bem cansada.

6 – Amamentação pode gerar stress

Os primeiros dias não são fáceis. O leite pode demorar para “descer”, o bebê precisa aprender a “pegar” corretamente o bico do seio da mamãe, dói, machuca, ou pode ser, que nada disso aconteça e você poderá aproveitar melhor esse momento.

7 – Carinho e colo

Você não vai acostumar seu bebê recém-nascido no colo. Sempre que quiser o pegue no colo e dê carinho. As vezes o choro pode não ser por alguma necessidade fisiológica e sim por um aconchego e carinho.

8 – Existem sim, mães competitivas

Infelizmente. Não dê ouvidos. Você e o seu filho é o que interessa.

9 – Você é a melhor mãe que pode ser

Gente pra dar pitaco no seu jeito de fazer as coisas não vão faltar. Ouça os conselhos que você acha válido, os que não achar simplesmente ignore.

10 – O novo papai

As coisas não acontecem para os novos papais como acontecem para nós. Deixe que aos poucos ele vá se familiarizando com a rotina do bebê, é importante deixa-lo um tempo a sós com o recém-nascido, assim o vínculo entre pai e filho irá se formando.

11 -Você ficará em segundo plano por um tempo

Na correria do dia-a-dia é normal que a recém-mamãe passe o dia inteiro de pijama, cabelos amarrados, cheirando a leite. Normal, levamos um tempo para nos adaptar e conseguir um tempinho para nós.

12 – Pagamos a língua

Sabe tudo aquilo que você julgava e jurava que não ia  fazer quando tivesse um filho? Então, você vai fazer sim.

13 – Você se tornará uma especialista em cocô

Suas conversas irão girar em torno do “cocô” do seu filho. Qual a cor, consistência, quantas vezes ao dia etc. E com certeza, irá fazer como eu e tirar uma foto e enviar para a pediatra rs.

14 – Não duvide da sua intuição e do seu instinto materno

Mesmo as mães de primeira viagem tem seu instinto materno apurado. Tudo muda, seu sono ficará mais leve, seu corpo mais resistente ao cansaço e a dor. Seguir sua intuição ajudará nos cuidados com seu bebê, e seu vinculo com ele ficará cada vez maior.

15 – Vai sentir saudades da liberdade de antes

Mas ela vai embora no momento em que você olhar para aquele bebezinho tão lindo e tão amado. Isso é muito louco, não vou mentir que em alguns momentos tive pensamentos do tipo: O que eu fiz? E agora? Quero minha vida de volta! isso é totalmente normal e nos sentimos culpadas por estar pensando assim. Não é isso que nos transformará em péssimas mães, quem não tem telhado de vidro que atire a primeira pedra né?

16 – Vai se perguntar como conseguiu viver tanto tempo sem seu filho

Só quem é mãe sabe como é amar de verdade. Você pode até achar que já amou alguém com muita intensidade, verdadeiramente, mas espera só ter um filho. O amor é completamente diferente do que já havíamos sentido, é algo surreal. É por esse alguém, que você realmente dá a vida, que você vive.

17 – Pensamos que não daremos conta

Pode ter certeza que dará sim! Nos primeiros dias eu pensava muito nisso. As cólicas do Lorenzo me deixavam apavorada, e tudo parecia sair do meu controle. É muita coisa para pensar, fazer e acontecer, mas quando nos damos conta, vemos que tudo está saindo direitinho, que nosso jeitinho de mãe já se enraizou, e que aquele é nosso certo.

A maternidade não é fácil, temos dias de altos e baixos, choramos escondidas, ficamos cansadas e estressadas, passamos o dia com sono. No final das contas, abrimos mão de tudo, sem perder nada!

Super beijo!

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